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Quais brincadeiras podem ser prejudiciais para seus filhos?

A Barata Diz Q Tem

Você chega ao parquinho com seu filho, com um livro nas mãos e pensa: bom agora ele fica, à vontade brincando, e eu descanso um pouco, certo? Mas a leitura da primeira linha é interrompida por uma vozinha: “mamãe, posso ficar descalço?”, sua negativa é óbvia, afinal, ali pode ter cacos de vidros ou outros objetos pontiagudos. Pouco depois, você observa que seu filho resolveu descer em pé, no escorregador. Menos de meia hora depois da sua chegada, você se convence de que o momento de lazer do seu filho, não é mesmo um momento de descanso para você. Acredite, sei bem como é!

Brincadeiras de crianças não representam um momento de descanso para os pais, pelo contrário, é o momento de cuidado redobrado. Não podemos privá-los do divertimento, pois isso é essencial na infância (e na vida), mas é imprescindível que supervisionemos as brincadeiras e os brinquedos. Então, o que fazer?

Essa não é uma tarefa fácil, por isso, separei algumas dicas que têm me ajudado nessa empreitada. Vamos lá?

Brincadeiras entre pais e filhos

Dificilmente vamos expor nossos filhos a riscos propositalmente. Mas, às vezes, de forma não intencional acabamos interagindo com eles com brincadeiras que podem ser perigosas. Alguns exemplos bem comuns são:

Jogar a criança pra cima

Nós gostamos de ouvir aquelas gargalhadas deliciosas de quando brincamos com nossos filhos. Então, jogá-lo para cima fazendo o famoso “aviãozinho” já se tornou nossa fonte preferida de gargalhadas. Embora esse seja um momento muito gostoso (e é mesmo!), precisamos ter muito cuidado.

Essa brincadeira expõe a criança há alguns riscos, e ao contrário do que pensamos, não apenas o de quedas. Não é de conhecimento geral, mas nessa brincadeira o corpo do bebê realiza um movimento extremo de aceleração e desaceleração da cabeça, que pode ocasionar lesões cerebrais e, embora seja raro, até levar a óbito. Esse tipo de lesão é conhecida como Síndrome do Bebê Sacudido (SBS).

Rodar ou levantar a criança segurando-a pela mão

É quase ao automático que quando o casal saia com a criança, cada um dos pais segure-a por uma das mãos e, eventualmente, brinque de levantá-la. É claro que fazemos essa brincadeira com a melhor das intenções, mas devemos tomar cuidado com isso também.

Até os quatro anos, os ossos da criança não estão totalmente formados e apresentam certa frouxidão. Assim, se não houver atenção, nosso momento de descontração pode ocasionar lesões.

Nas brincadeiras entre pais e filhos, precisamos ter em mente que quanto mais novinha for a criança, maior será necessidade de a tratarmos com delicadeza.

Brincadeiras de crianças

Nosso cuidado deve ser estendido e redobrado às brincadeiras que as crianças realizam sozinhas, por exemplo:

Cama elástica

Ela é a queridinha das festas infantis (perdendo apenas, talvez, para a piscina de bolinhas) e sabemos que, em sua maioria, existem monitores acompanhando essa brincadeira, seja ela no parque ou em festinhas. No entanto, esse profissional está mais atento para evitar que a criança sofra quedas, mas esse não é o único risco que o brinquedo oferece. Antes de deixar seu filho aos cuidados do monitor, verifique as condições do brinquedo, dê atenção especial às superfícies sólidas e confira se estão devidamente emborrachadas.

Nadar sem supervisão de um adulto

Praticar natação é mais do que uma brincadeira, é um esporte que traz diversos benefícios para as crianças. Mas, nessa atividade, nossos pequenos também demandam cuidados, atenção e supervisão em todos os momentos. Mesmo que a piscina seja rasa, a natação infantil demanda supervisão em tempo integral. Isso porque se a criança sofrer câimbras ou lesões durante essa atividade, poderá ficar incapacitada de sair da água ou se levantar.

Brinquedos com fios

É claro que não vemos muito problema em deixar nossos filhos pulando cordas. Porém, brinquedos que possuem fios podem ocasionar enforcamento, se não forem manuseados da forma correta.

Brinquedos pequenos: bolinhas de gude e peças de montar

Sabemos como nossos filhos adoram carrinhos em miniaturas, jogos de montar e bolinhas de gude. Essas são brincadeiras podem prender a atenção deles por horas, certo? Mas nós não devemos nos descuidar em relação a possibilidade da criança levar o brinquedo à boca e se engasgar.

Para evitar esse perigo, é bom nos atentarmos para a classificação etária dos brinquedos (que vem descrita nas embalagens) e, mesmo que o brinquedo seja direcionado para faixa etária dos nossos filhos, devemos supervisionar as brincadeiras.

Jogos eletrônicos em excesso

Somos bombardeados com informações que relacionam jogos eletrônicos à violência e que, por isso, devemos evitar que nossos filhos fiquem entretidos neles por muito tempo. Mas essa não é a única preocupação que devemos ter.

Os jogos proporcionam um entretenimento individual e as crianças estão em fase de desenvolvimento das relações interpessoais. Assim, é válido que fiquemos atentos à quantidade de horas despendidas nesse tipo de atividade e que incentivemos nossos filhos a brincar com outras crianças.

Passar maquiagens

É normal que as crianças queiram brincar de “se produzir”. Entretanto, temos que ficar atentos a dois fatores: o primeiro, é a adequação das maquiagens à faixa etária da criança. Normalmente esse tipo de brinquedo deve conter maquiagens e pintura à base de água, evitando assim o desenvolvimento de alergias e doenças de pele.

A segunda questão é o cuidado para não estimular um desenvolvimento precoce. Brincar é normal, mas a exigência de sair sempre maquiada deve ser um sinal de alerta para os pais.

Soltar pipa

Uma brincadeira antiga que fez parte da nossa infância, não é mesmo? E, como queremos o melhor para nossos filhos, tendemos a incentivá-los a praticar atividades que sabemos serem prazerosas. Não há nenhum mal nisso, mas devemos instruí-los e supervisioná-los quanto aos perigos do uso de cerol e de praticar a atividade próximo a fios da rede elétrica.

Brinquedos pontiagudos: dardos e flechas

Atividades que envolvam brinquedos pontiagudos devem ser evitadas em qualquer fase da infância. Eles proporcionam um risco muito grande de perfuração.

Você percebeu que a maioria dessas brincadeiras não representa algo que deve ser proibido? Pois então, basta instruirmos as crianças verbalmente e supervisionarmos as brincadeiras, para que os riscos já sejam amenizados.

Então, o que fazer?

O momento de brincadeira da criança pode ser uma oportunidade de proporcionamos estímulos saudáveis e seguros, que auxiliarão no desenvolvimento sensorial, motor, espacial, social, intelectuais e afetivo dela. E isso é possível com brinquedos educativos que estimulam a educação e o desenvolvimento infantil de maneira lúdica

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