Como escolher a melhor aula extra para meu filho

Ter uma rotina além da grade curricular da escola pode ser fundamental para o desenvolvimento de seus filhos, tanto no aspecto cognitivo quanto comportamental. Isso porque ele irá conviver com outras crianças e ter novas responsabilidades, que podem exigir mais preparo físico ou maior concentração, por exemplo. Estamos falando de crianças maiores, acima de 07 anos, antes disso, o mais importante mesmo é ter tempo livre para brincar.

As habilidades desenvolvidas em atividades extracurriculares contribuem para a melhoria do aprendizado da criança em todas as áreas, fazendo com que está mudança seja perceptível em pouco tempo por pais e professores.

O amadurecimento acontece naturalmente e a criança passa a criar a sua própria personalidade e jeito de resolver os problemas, ao contrário do que costuma acontecer em sala de aula ou em casa, quando imita os comportamentos dos adultos.

Para que o aprendizado seja benéfico, porém, é importante entender qual a melhor atividade para o seu filho. Veja abaixo algumas dicas de como tomar a decisão certa!

Pergunte à criança

Antes de mais nada, tenha em mente que a atividade extracurricular deve ser escolhida para o bem da criança, não dos pais. A prioridade de escolha deve ser sempre dos pequenos, que devem demonstrar prazer no tema escolhido.

É claro que nos preocupamos com o futuro profissional de nossos filhos, mas, nessa etapa, é essencial que eles tenham liberdade para expressar as suas preferências. Se a criança não se interessa por idiomas, por exemplo, forçar a sua presença nas aulas pode fazer com que se desestimule ainda mais pelo assunto.

Cuidado com preconceitos

É seu papel mostrar à criança todas as opções que estão disponíveis para a sua escolha. De nada adianta orgulhar-se que ela escolheu, por exemplo, fazer reforço de português, se você não deu a possibilidade de que ela optasse por aulas de violão. Todas as áreas de conhecimento oferecem desenvolvimento para a criança. Portanto, lembre-se de mostrar a ela possibilidades como aulas de artesanato, de artes plásticas, esportes individuais ou em grupo, dança, instrumentos musicais, canto e idiomas.

Avalie suas necessidades

Além da disposição da criança, você pode levar em consideração aspectos que considera que ela precisa desenvolver. Se é muito tímida, por exemplo, pode ser melhor escolher uma atividade em que o trabalho em grupo seja fundamental, como aulas de futebol ou vôlei. Caso tenha dificuldades de concentração, aprender um instrumento musical pode fazer com que desenvolva essa capacidade. O importante é considerar as suas fraquezas como um potencial desenvolvimento e não fazer o movimento contrário. É muito comum, por exemplo, desestimular a criança a fazer aulas de desenho quando ela não mostra muitas habilidades manuais na escola, ou dizer que ela não é boa na aula de Educação Física e, por isso, não matriculá-la na aula de basquete. O raciocínio deve ser inverso.

Faça aulas experimentais

A maioria das instituições oferece aulas experimentais no início do semestre letivo, para que os alunos possam sentir se a atividade é aquilo que esperavam. Principalmente para as crianças, esse primeiro contato pode ser decisivo, pois é mais fácil entender na prática como será a atividade proposta.

Seja qual for a decisão de sua família, mostre sempre que as atividades extracurriculares exigem disciplina, tanto quanto a escola. Para aprender algo diferente, o tempo de dedicação faz toda a diferença. Se seu filho desiste rápido demais das atividades que escolheu, este pode ser um problema que deve ser cuidado.  É essencial que a criança não as entenda como mera brincadeira, mas algo que é importante para o seu desenvolvimento e que, por isso, exige dedicação.

Compartilhe conosco as experiências que teve com seus filhos ou tire as suas dúvidas pelos comentários!

Assinatura Equipe

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2 respostas

  1. Minha filha tem 2 anos e três meses e estudará no segundo semestre somente em meio horário. Seria bom colocá-la em uma aula extra? E a escolha, seria dela?

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