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Nina

A penteadeira e o trocador

Eu tinha o sonho de ter uma penteadeira. Sempre achei que esse era o móvel mais bonito do mundo. E, há poucos anos, quando meus pais começaram o projeto de construção da casa deles e me chamaram para palpitar na decoração do meu quarto, eu…

Menina Estrela Ouro

Nina saiu da escola com uma coisa pendurada no pescoço. Uma estrela enorme feita de papel colorido, impressa em um computador caseiro e plastificada, onde se lia: “Niña estrella oro” (“menina estrela ouro”, em espanhol, porque moramos no…

O amor da mamãe

Quando pergunto “quem é o amor da mamãe?”, a Nina levanta aquele braço gordinho e grita “eu!”. Não tem dúvida nenhuma de que é o centro do meu mundo. Ela sabe que não há como ter dúvida. Ela sabe que é irresistível. Quando acorda, olha…

Bebês duram pouco

Uma das minhas mais surpreendentes descobertas depois de ter um bebê foi a de que temos um bebê por muito, muito pouco tempo. Antes de ser mãe, eu sempre pensava nos casais que tinham filhos pequenos como se essa fosse uma realidade…

JOVEM DEMAIS

Minha mãe ficou grávida pela primeira vez aos 27 anos, de mim. Eu engravidei da Nina aos 33. Mas minha mãe já era adulta e madura quando eu nasci, e eu fui mãe jovem demais, muito precocemente. Não me peçam para explicar como isso é…

Um homem também chora

Foi via internet que eu contei pro Pedro que ele seria pai de uma menina. Havia decidido fazer um exame de sangue para saber o sexo do bebê. O Pê morava em outro país, seguíamos casados a distância e ele me fez jurar que eu não veria antes…

Nesta data querida

Não sei se para aumentar a emoção da descoberta ou para nos poupar de alguns traumas, mas existem muitas coisas que os pais experientes não contam antecipadamente aos pais de primeira viagem. As conversas sobre as alegrias que um filho traz…

“Ó!”

A primeira palavra da Nina não foi “mamãe”. Nem “papai”, nem “vovó”, nem “água”, nem “colo”. A primeira palavra da Nina foi “ó”. Não foi só a primeira, mas também é, até hoje, a mais usada. Eu sei, alguns vão argumentar que “ó” não pode…